Porque devemos ter medo?

Porque devemos ter medo?

aline freitas AV

Eu nunca deixarei de ter medo, mas o maior medo é arrepender-me de não ter feito alguma coisa por medo.

Aline Freitas

Calma! Eu não enlouqueci e o título não está errado.

O medo é um dos sentimentos mais primitivos do ser humano. Afinal é ele que nos mantém vivos.

A diferença está na forma como encaramos os nossos medos.

Eu cresci com medo.

Não podia sair de casa, não podia fazer isto ou aquilo, pois a minha mãe tinha medo que algo me acontecesse.

Claro que isso não me impediu de, aos 18 anos, tirar a carta de condução e, no primeiro dia em que saí de carro sozinha, chegar a casa às 2 horas da manhã.

A coragem e o medo

As pessoas vêem-me como uma pessoa cheia de coragem.

Mas toda essa coragem é movida pelo medo.

Para disfarçar o meu medo, eu visto uma armadura de pessoa cheia de coragem e energia. Mas tenho medo como qualquer um.

Pode parecer contraditório, mas eu ando numa montanha russa cheia de medo só para mostrar que não tenho medo!

Fecho os olhos, respiro fundo e vou em frente.

Essa é exatamente a diferença da forma de lidar com o medo: ou fugimos dele e enfiamos a nossa cabeça debaixo da terra como um avestruz; ou vamos de encontro aos nossos medos encarando-os “face-to-face”.

Eu saí do Brasil por medo da violência e aqui tive que lidar com outros medos.

O medo da rejeição, o medo de não conseguir uma fonte de rendimento, e até mesmo, como diria o “Rei” Roberto Carlos “até os erros do meu português ruim”.

E olha como as coisas são!

Eu não tinha medo de vir para Portugal porque seria um país onde, além de eu ter a cidadania Portuguesa, também não teria problemas por falarmos a mesma língua.

Quem sabe, se eu tivesse medo dessa questão do idioma, eu não estivesse mais preparada para o português de Portugal?

Eu não tenho medo de ter medo pois ele não me paralisa.

Para driblar esses medos, tive que me reinventar e enfrentar outro medo: o de empreender e trabalhar por conta própria.

Eu nunca deixarei de ter medo, mas o maior medo é arrepender-me de não ter feito alguma coisa por medo.

Arrependo-me até hoje de não ter saltado de bungee jumping na Nova Zelândia por medo.

Não devemos ter medo de errar, de mudar de opinião ou de seguir em frente.

Se fores pelo caminho errado, não há problema.

Volta 2 casas, fica parado durante 1 jogada e depois volta ao jogo novamente.

Eu não tenho medo de ter medo pois ele não me paralisa.

Pelo contrário, é o medo que me move, que me faz sair da zona de conforto e continuar a enfrentar os meus desafios.

O único medo que me assusta é o de não seguir os meus sonhos e deixar de ser a protagonista da minha história.

Quantas pessoas não conseguem seguir os seus sonhos por medo?

Medo do fracasso, da exposição, da rejeição, de ser julgado de perder tempo e dinheiro.

Talvez por isso eu tenha me tornado Assistente Virtual.

O Porquê

Como Assistente Virtual eu contribuo, de alguma forma, para que outras pessoas que também têm receios possam empreender, e consigam realizar os seus objetivos.

Como Assistente Virtual para Redes Sociais, construímos juntos uma estratégia para divulgar o teu negócio e conquistar novos clientes.

Ao invés de enfrentar a batalha sozinho, conte com a ajuda, a parceria, de uma Assistente Virtual.

Eu não tenho varinha mágica ou poderes mágicos, mas vou estar do teu lado, usando todo meu conhecimento de marketing digital para que o teu negócio tenha sucesso.

Ter uma pessoa ao nosso lado ajuda-nos a lidar com os nossos medos e faz com que cheguemos mais rápido ao destino desejado.

Nelson Mandela dizia que a coragem não é a ausência do medo, mas o triunfo sobre ele.

Vamos triunfar juntos?

Aline Freitas, Assistente Virtual de Consultores Imobiliários:

Assistente Virtual 🇧🇷🇵🇹 | Ajudo Consultores Imobiliários a usar as Redes Sociais para captar novos clientes e aumentar a sua rede de contactos.

Cheguei a Portugal em março de 2020 com muita vontade de reiniciar minha vida profissional do lado de cá do Atlântico.

Em Portugal, planeava atuar em Turismo, mas com uma maior liberdade e flexibilidade, visando uma melhor qualidade de vida.

Com a pandemia, o que seria uma adaptação tornou-se numa reinvenção! Tive que deixar o Turismo em stand-by, área a que dediquei 35 anos da minha vida, para me tornar uma Assistente Virtual.

Vi na Assistência Virtual a possibilidade de colocar todas minhas habilidades em Informática e Redes Sociais à disposição de Empreendedores e Consultores Imobiliários de uma forma remota.

Se quiseres saber o que posso fazer por ti, é só entrar em contacto:

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