PERGUNTAS FREQUENTES

Sobre assistência virtual

Perguntas frequentes de Assistentes Virtuais

Um assistente virtual (diminutivo: AV) é um trabalhador independente que ajuda trabalhadores por conta própria e empresas nas tarefas que precisem de delegar.

É, habitualmente, uma pessoa externa à empresa que dedica horas do seu tempo a tarefas em que é especialista.

Um AV pode fazer um sem número de tarefas, tais como:

  • Gestão de emails;
  • Gestão de agenda;
  • Gestão de redes sociais;
  • Gestão de website
  • Atendimento telefónico;
  • Preparação e escrita de PowerPoints;
  • Preparação de outras apresentações;
  • Agendamento de viagens;
  • Suporte pós-venda;
  • Apoio a anúncios online;
  • Gestão de reclamações;
  • Edição de vídeo, foto ou áudio;
  • Criação de conteúdo;
  • Criação e gestão de base de dados;
  • Envio de newsletters;
  • Entre tantas outras.

Um assistente virtual, por ser especialista na área de atuação e se dedicar a apenas a determinadas tarefas, consegue entregar trabalhos mais rapidamente e com maior qualidade.

Não é obrigatório um curso para te tornares assistente virtual. Podes tornar-te AV e começar a fazer alguns trabalhos e aprender fazendo.

Mas, mesmo não sendo obrigatório, recomendamos que o faças se tiveres possibilidade, já que a tua aprendizagem vai ser bem mais acelerada.

Se precisares de informação sobre um curso para ser assistente virtual, clica aqui.

Se este ainda é um investimento que não consegues fazer, considera juntar-te ao VAmos! Club, pois tens acompanhamento de mentoras, o apoio de toda a comunidade, e vários recursos e materiais que te vão ser muito úteis.

Gostávamos de te dar um passo a passo infalível, mas não podemos. Não há um tutorial que funcione para todos.

O que te podemos dizer é que tudo começa pelo dia em que decides que te vais tornar AV.

A partir daí, tens de começar a criar o teu espaço. Dizer a toda a gente que conheces (até ao senhor da mercearia) que és assistente virtual. Explicar o que fazes, inclusive.

E fazer o mesmo com os teus amigos, porque eles podem conhecer alguém que precise de ti.

Um passo igualmente importante é fazer networking. Comunicar e gerar relações com outros assistentes virtuais e trabalhadores independentes que depois te possam recomendar trabalhos.

Por fim, nunca desistir. Porque, no início, há mais dias maus que bons. Mas, depois dos dias maus, os bons valem todo o esforço.

Se precisares de aconselhamento, manda-nos uma mensagem.

No mínimo, o que precisas de um computador e ligação à internet.

Se já tens as duas coisas em tua casa, ótimo: o investimento é zero.

Se ainda não tens, então esse vai ser o teu investimento.

Para além destes básicos, aconselhamos que faças cartões de visita, mesmo que sejam poucos. Em Portugal, a média de custo de cerca de 250 cartões de visita é menos de 50€, já incluindo design feito por um especialista. Se fizeres tu o design, mais barato fica.

O que queremos dizer é que não é preciso muito investimento monetário.

O teu maior investimento vai ser de tempo e de conhecimento.

É uma excelente pergunta e vamos tentar listar o máximo de elementos possível!

Se és assistente virtual, o teu negócio é quase como uma empresa. 

Ou seja, tens de considerar:

  • Renda (mesmo que trabalhes em casa, considera parte da renda ou pagamento da hipoteca);
  • Internet, telefone e telemóvel (podes até nem incluir o valor total do pacote que tens contratado, mas parcial pelo menos);
  • Luz (o mesmo tipo de cálculo que com a internet);
  • Computador (é um investimento que fazes uma vez, mas tens de considerar que podes vir a ter de comprar outro no futuro próximo e isso é uma despesa);
  • Comida (quando trabalhas por conta de outrém tens o subsídio de refeição, logo, deves incluir despesas de refeição também);
  • Impostos (segurança social é o mínimo, mas também podes vir a pagar retenção na fonte e IVA);
  • Software (serviços como o Canva, programa de faturação, entre outros).

Que percentagem deves considerar em casos em que partilhas as despesas profissionais com as pessoais?

Fica totalmente ao teu critério. Só não te esqueças delas. Nem que seja só 20%!

Podes cobrar de 3 formas diferentes:

1. Por hora
O cliente paga-te por cada hora trabalhada.

2. Por avença mensal
Ideal para serviços recorrentes e também o mais seguro para ti. É como se recebesses uma espécie de salário fixo de cada cliente por mês.

3. Por projeto
Neste caso, o cliente sabe que precisa de algo pontual (exemplo: edição de múltiplos eBooks) e tu aqui podes passar-lhe um preço para todo o projeto (independentemente das horas em que efetivamente trabalhas).

A assistência virtual ainda não é uma atividade formalizada em Portugal. Logo, não existe uma tabela definida.

No entanto, o aconselhamento de contabilistas certificados é que o teu preço por hora nunca seja inferior a 10€ por hora.

Para permitir-te pagar despesas e ainda tirar o mínimo de lucro para ti.

Se ajudar, podes ver este exemplo (que é somente nosso):

O salário mínimo nacional em 2021 vai ser atualizado para 665€, o que coloca o valor por hora em cerca de 4,16€.
Ou seja, um trabalhador por conta de outrém, que não tem de se preocupar com impostos e ainda recebe subsídio de alimentação (regra geral) + subsídio de natal + subsídio de férias já está a ganhar perto de 5€.
No teu caso, não há subsídios de férias, natal ou alimentação definidos. Logo, tens de cobrar um valor por hora que te consiga compensar tudo o resto. Caso contrário, pode acabar por ser mais vantajoso trabalhar por conta de outrém.

O nosso maior conselho é: consulta um contabilista. O VAmos! Club pode indicar-te um contabilista certificado que te pode ajudar na precificação dos teus serviços. Basta que nos contactes.

A assistência virtual ainda está a começar em Portugal e isto significa que ainda estamos a educar os nossos futuros clientes.

O VAmos! Club está a trabalhar proativamente para aconselhar e educar assistentes virtuais e potenciais clientes.

No entanto, tens sempre de ter em mente que haverá sempre alguém a fazer mais barato.

Haverá sempre alguém a aceitar preços menos aconselháveis.

Mas tu tens de te valorizar e ao teu conhecimento.

Aceitar um valor mais baixo que o que normalmente praticas vai fazer com que te sintas menos confortável com esse cliente e até com os restantes clientes a quem possas estar a cobrar valores mais altos. Não te coloques nessa posição.

Cobrar mais baixo quando estás a começar abre um precedente.

O que significa que pode ajudar-te a conseguir quantidade de clientes, mas não qualidade de clientes.

E tu queres a qualidade. Queres clientes que te valorizem e com quem tenhas relações duradouras.

Vai ser apetecível começar com um preço mais baixo porque, teoricamente, não tens experiência. Mas isso não é desculpa.

É preferível incluir um período experimental gratuito para assegurar que estão todos na mesma página (tu e o teu cliente) que aceitar um valor mais baixo que depois vai ser mais difícil de subir.

Podes falar com essa pessoa e tentar perceber a razão do preço.

Mas, de resto, não há muito que possas ou devas fazer. Segue o teu caminho.

Assim que tenhas o primeiro cliente a quem tens de passar um recibo ou fatura, tens de abrir atividade nas finanças.

Podes abrir atividade diretamente num balcão das finanças ou online.

A Krystel Leal tem um artigo muito completo sobre como abrir atividade online, mas podes também consultar a contabilista certificada do VAmos! Club.

Não somos especialistas no assunto, por isso recomendamos vivamente que consultes as finanças diretamente ou um contabilista.

Assim que abres atividade, tens 1 ano de isenção de impostos. 

Isso inclui:

  • Segurança social
  • Retenção na fonte
  • IVA

Assim que fazes 1 ano de atividade, começas a pagar segurança social.

Exceção: se és assistente virtual e também trabalhas por conta de outrém.

Caso os teus rendimentos anuais sejam inferiores a 12.500€, só tens mesmo de pagar a segurança social.

A partir do momento em que ultrapassas esse valor, passas a ter de pagar retenção na fonte e IVA.

Uma vez mais, aconselhamos que te aconselhes com um contabilista certificado.

Sim!

Tens obrigatoriamente de ter um seguro de acidentes de trabalho.

Para além deste, podes também incluir um seguro de responsabilidade profissional. Mas este é opcional.

Uma das perguntas frequentes sobre assistência virtual é mesmo esta.

Uma boa divulgação deve acontecer online e offline:

  • OFFLINE: a todos os teus amigos, familiares, conhecidos, pessoas com quem te cruzas, abordagem direta via chamada telefónica ou presencial, networking, etc.
  • ONLINE: nas redes sociais, em fóruns, grupos, com website, com chamadas, com emails, networking, etc.

Usa tudo o que tiveres ao teu dispor, porque por vezes a oportunidade está mesmo ao virar da esquina.

(A Vera conseguiu o primeiro cliente na divulgação offline)

Não!

É das maiores confusões, tanto entre AVs como entre pessoas que contratam assistentes virtuais.

O termo “assistente” refere-se a alguém que ajuda outra pessoa a fazer algo.

Não está necessariamente ligado a assistência administrativa.

Há mais de 40 serviços diferentes que podes prestar. Está aqui uma lista gratuita com exemplos.

Também não.

Recentemente, vários AVs começaram a fazer gestão de redes sociais, mas este está longe de ser o único serviço.

Há bem mais serviços a serem solicitados todos os dias.

Não é obrigatório, mas é aconselhável.

Não precisas de um website para começar, mas deixa na tua lista de próximos passos.

O que aconselhamos, no entanto, é que compres um domínio.

Ou seja, um link, uma espécie de morada na internet, para prevenir que outra pessoa possa usar o nome que queres usar.

Por exemplo, o nosso domínio é vamosclub.pt

O teu pode ser oteunome.pt

O domínio é bastante barato (uma média de 15€/ano) e é uma forma de proteger a tua marca.

Domínio não obriga a fazeres um website.

Sim, por favor!

Isso vai dar-te transparência para com os teus clientes e vai funcionar como um filtro automático para todos aqueles que não quiserem pagar o que mereces.

É aconselhável que faças, sim.

Para te proteger a ti e ao teu cliente.

Um contrato é um acordo escrito que ambas as partes fazem, tal como assinas contrato de trabalho por conta de outrém.

Perguntas frequentes sobre contratar Assistentes Virtuais

Um assistente virtual (diminutivo: AV) é um trabalhador independente que ajuda trabalhadores por conta própria e empresas nas tarefas que precisem de delegar.

É, habitualmente, uma pessoa externa à empresa que dedica horas do seu tempo a tarefas em que é especialista.

Um AV pode fazer um sem número de tarefas, tais como:

  • Gestão de emails;
  • Gestão de agenda;
  • Gestão de redes sociais;
  • Gestão de website
  • Atendimento telefónico;
  • Preparação e escrita de PowerPoints;
  • Preparação de outras apresentações;
  • Agendamento de viagens;
  • Suporte pós-venda;
  • Apoio a anúncios online;
  • Gestão de reclamações;
  • Edição de vídeo, foto ou áudio;
  • Criação de conteúdo;
  • Criação e gestão de base de dados;
  • Envio de newsletters;
  • Entre tantas outras.

Um assistente virtual, por ser especialista na área de atuação e se dedicar a apenas a determinadas tarefas, consegue entregar trabalhos mais rapidamente e com maior qualidade.

O VAmos! Club tem um diretório de assistentes virtuais.

O que significa que podes contactar-nos e dizer-nos de que serviços ou ajuda precisas e nós podemos aconselhar-te alguns potenciais AVs.

Este serviço não tem qualquer tipo de custo para nenhuma das partes, é simplesmente uma recomendação nossa.

Não recomendamos que sejam assinados contratos ou iniciados trabalhos sem uma primeira reunião entre ambas as partes.

Aconselhamos, também

  • A expores as dúvidas que possas ter, tanto ao AV como ao VAmos! Club (caso seja uma recomendação nossa)
  • A contratar um pacote de horas mais pequeno para teste
  • Ou a acordar com o AV um período de teste gratuito (pode ou não ser aceite pelo profissional).

A assistência virtual ainda não é uma atividade formalizada em Portugal. Logo, não existe uma tabela definida.

No entanto, para garantir um bom assistente virtual, que seja especialista e que se preocupe com o teu negócio, o valor mínimo por hora está em 10€.

Nota que cada assistente virtual pratica preços adaptados à sua realidade e experiência, o que significa que podem cobrar valores mais altos.

Um assistente virtual é um trabalhador independente, normalmente a recibos verdes ou com empresa própria.

Pelo que os impostos decorrentes dos serviços poderão somente ser a retenção na fonte ou o IVA, caso se apliquem.

Tudo o resto fica a cargo do assistente virtual.

Todos os recibos ou faturas oficiais são dedutíveis.

O método de pagamento é acordado com o assistente virtual.

Assistentes virtuais contratados com pacotes de horas têm por hábito utilizar ferramentas como Toggl.

Essas horas registadas podem ser exportadas e enviadas para ti, que estás a contratar o serviço.

No entanto, o mais importante é que não deves começar uma relação ou contratação de um assistente virtual pensando dessa forma.

A relação entre contratante e assistente virtual é baseada numa parceria de confiança. O assistente virtual cresce tanto quanto o teu negócio cresce.

Normalmente, não.

Um assistente virtual pode ter mais que um cliente.

No contrato de trabalho enviado pelo assistente virtual podem estar indicados os horários possíveis de contacto.

Caso não estejam indicados, deves questionar o teu AV sobre o assunto.

É aconselhável, sim.

Para te proteger a ti e ao assistente virtual.

Um contrato é um acordo escrito que ambas as partes fazem, tal como quando assinas um contrato contrato de trabalho com outro funcionário.

O primeiro passo é mesmo falar com o assistente virtual que contrataste. Pode estar a existir alguma desinformação entre ambas as partes.

Caso prefiras mesmo terminar o contrato, regra geral, um bom contrato diz-te como agir quando o queres rescindir.

Claro que sim!

Temos um diretório de assistentes virtuais e podemos recomendar-te algumas pessoas que acreditamos que possam ser as mais adequadas.

Clica aqui para entrar em contacto connosco e diz-nos o que procuras.

As informações aqui contidas têm por base a nossa experiência enquanto assistentes virtuais e formadoras. Aconselhamos a leitura dos nossos termos e condições para a utilização do website e dos seus conteúdos e a contactar-nos caso notes que alguma informação está errada.